sábado, agosto 16, 2008

O meu muito obrigado

Mudar, crescer, perdem-se vontades, ganham-se outras, incentivos para lutar, perda de forças, tudo contribui para um “mau estar” interior…

Amores impossíveis, desamores, lutas incessantes, paixões, construção de relações, perdas, vitórias, paixões que crescem e morrem, e uma quantidade de sentimentos que confundem (felicidade, amor, dor, ódio…) e nos levam a uma indecisão quando impossível de decidir…

Pressões, discussões, argumentos, persuasão, tudo o que nos desmotiva a tomar qualquer atitude…

Tudo se vira contra nós quando não nos conhecem!

 

Felizmente há sempre gente que nos ama e não permite que soframos! =)

Gosto de ser feliz, obrigada a todos por me aturarem, por me ajudarem, por estarem presentes na minha vida, mas essencialmente por me amarem como sou e nunca me deixarem ficar para trás!

=)*


4 comentários:

João Nunes disse...

acho bem que esteja incluido :P sempre que precisares estou aqui bj

Sérgio Martins disse...

Eu tb kero ke sejas mt felix!!!MT simpatica ke es!!! e ptt mal jokas adoro blog apesar de nao vir ca mt vex dcp bjinhos =)

Jose Ferreira disse...

Aninhas!

Se não te conhecesse, não saberia o poço sentimental de que és feita!
Pelo menos os textos aqui inseridos da tua própria e insubstituível maneira de ser, da escrita escorreita que utilizas, demonstram bem a grande sensível mocinha que és! E muito sincera, porque se nota que escreves como sentes.
Tens de ser feliz, mas não por te aturarem, mas por ajudarem a estar presente na vida, pelo amor e por outras amizades sinceras e transparentes que tens de distinguir e separar.
Agora, outra coisa: amores impossíveis, desamores, lutas, paixões, um "saco" enorme de sentimentos, pressões discussões (isto parece uma guerra, com quem? contigo mesma?) argumentos, persuasões (és vendedora de alguma coisa?) não são desmotivantes, antes pelo contrário.
Apetecia-me dizer mais, mas fico por aqui. A brincar... a brincar, vão-se dizendo as coisas.É que de vez em quando, também ando por aqui, feito Poirot (é assim que se escreve?), mas sem bigodinho.
Até sempre, ou até um dia destes.

Jose M. Ferreira

Cachopa disse...

=)